Emília Corrêa: “Terminou o ano e tal licitação do Nestor Piva foi só balela”

por Andrea Lima, Assessoria de Imprensa da parlamentar — publicado 12/12/2019 12h30, última modificação 12/12/2019 12h26
Emília Corrêa: “Terminou o ano e tal licitação do Nestor Piva foi só balela”

Foto: Gilton Rosas

Prevista para acontecer ainda no primeiro semestre, conforme foi dito algumas vezes pelo Poder Executivo, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a licitação do Hospital Nestor Piva não ocorreu. O assunto foi questionado pela vereadora Emília Corrêa (Patriota) na Câmara Municipal de Aracaju (CMA) nesta manhã, 12.

“Saúde Municipal - Fake News. Falei inúmeras vezes aqui nesta Tribuna que isso iria acontecer. Cadê a licitação do Nestor Piva, Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA)? A secretária da Saúde, inclusive, esteve aqui na Casa em algumas ocasiões confirmando que seria feita a licitação. Pois bem, cadê? Tudo mentira. É assim que o prefeito trabalha, enchendo a cidade de obra para enganar o povo”, declarou Emília.

Durante o pronunciamento, a vereadora também fez questão relembrar o aumento de quase R$ 4 milhões no valor da renovação do Contrato de Serviço para gestão e operação da entidade, ocorrida em agosto.

“O primeiro anúncio feito pela PMA sobre o contrato emergencial foi feito especificamente em 7 de janeiro, válido até o mês de julho, no valor R$ 12.270.030,36, sob alegação de visar melhorias na saúde e, que paralelamente, estava sendo realizado um edital de licitação para uma empresa assumir definitivamente. Tudo mentira. Em agosto, o contrato foi novamente renovado e o valor subiu assustadoramente para R$ 16.551.310,38. Ou seja, nada mudou, exceto nas propagandas da gestão que são veiculadas nas salas de espera das Unidades Básicas de Saúde (UPAs)”, afirmou.

Por fim, Emília Corrêa ressaltou que o prefeito prefere infringir às regras e não respeitar as leis para mostrar ‘serviço’. “Divulguei o vídeo da recepção de uma UPA é isso se entende nas demais da cidade. A saúde está de mal a pior. O foco agora é encher os olhos da população com obras e o povo sofrendo nos hospitais”, concluiu.