"Deixar famílias nos locais mais pobres do país, sem direito a médico é lança-los a própria sorte", diz Isac

por Bruna Cury, Assessora de Imprensa do parlamentar — publicado 26/11/2018 16h40, última modificação 27/11/2018 10h45
"Deixar famílias nos locais mais pobres do país, sem direito a médico é lança-los a própria sorte", diz Isac

Foto: Gilton Rosas

Os médicos que faziam parte do Programa Mais Médicos em Sergipe já começaram a ir embora para seus países de origem. Os primeiros voos aconteceram na última sexta-feira, no Aeroporto Internacional Santa Maria, a previsão é que os últimos profissionais deixem o Brasil no dia 7 de dezembro.

O anúncio da despedida dos médicos foi feito há 10 dias, quando Cuba decidiu não fazer mais parte do Programa Mais Médicos. A parceria entre os países existia desde 2013, implantado no governo da ex-presidente Dilma Rouseff (PT). O objetivo era assistir as regiões mais carentes do país.

Em nosso estado 170 médicos fizeram parte do programa. Mais da metade era cubanos e prestava serviço em 35 municípios. Para o vereador Isac a retirada desses profissionais é desumana. “No mínimo irresponsabilidade. No todo uma total desumanidade”, afirma o vereador.

“Deixar famílias inteiras nos locais mais pobres desse país, sem direito a atendimento médico é lança-los a própria sorte. Nossa indignação e nossa resistência a mais esse ato praticado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL)”, declara Isac Silvera.